Mostrando postagens com marcador tania. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tania. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Conceitos



Tenho pensado muito em conceitos, ultimamente.
Conceitos pessoais, a forma como eu vejo e o que aquilo representa para mim.
Alguns dos conceitos que surgiram recentemente em minha mente, foram os falados “fidelidade” e “lealdade”.  Já vi vários conceitos de ambas as partes, mas eu “criei” uma forma de ver as coisas que gostaria de compartilhar.
Eu tenho na minha cabeça que todo relacionamento é embasado em dois alicerces importantes: sinceridade e respeito. E quando eu digo relacionamento, não estou falando só de, mas também de, namoro. Relacionamento familiar, de amizade, de trabalho, de namorados. Entre outras várias formas de se relacionar. Agora, a principal matéria prima desses alicerces é a confiança.
Falando um pouco mais do respeito. Primeiramente, eu acho que o respeito é algo básico para qualquer convivência social. Você não precisa aceitar ou acreditar na mesma coisa que o seu vizinho, mas é preciso respeitá-lo, para que ambos consigam conviver. Esse é o nível básico do respeito, o que se deve ter com qualquer um, até um mero desconhecido que você cruza pela rua (é o respeito que, na minha opinião, mais tem faltado no mundo), é o respeito da educação. O segundo nível de respeito, é o da importância. Você respeita a pessoa de tal forma, que ela ganha uma importância na sua vida. É o respeito do alicerce base do relacionamento. O terceiro nível de respeito é o da admiração. É quando você respeita tanto uma pessoa, e ela se torna tão importante, que você passa a admirá-la, e a vê como uma referência. Na minha concepção, esse é o nível de um fã para um ídolo.
A sinceridade, na maioria das vezes, vem acompanhada da confiança. Algumas coisas você só conta para aquelas pessoas que são de sua inteira confiança. Mas isso não é regra. Você pode, simplesmente, ser uma pessoa sincera. Há quem diga que isso é um defeito, há quem diga que é qualidade. Eu já penso que vai muito do que cada um acredita e até onde essa sinceridade afeta você e as pessoas à sua volta. 
Ok, mas o que tais conceitos teriam a ver com “fidelidade” e “lealdade”?
Juntando os dois alicerces e acrescentando a confiança, temos a lealdade. A lealdade trabalha com a troca. Eu sou sincero, pois confio em você e sinto que você acredita nessa confiança, e me respeita por isso. Você é sincero comigo, pois confia em mim e eu acredito nessa confiança, e te respeito. O que não me dá espaço para questionamentos do tipo “será que fulano confia em mim, mesmo?” ou “será que ele foi sincero?”. Eu simplesmente sei. Não há espaço para dúvidas. Se eu deixo (por qualquer motivo que seja) de confiar em você, eu deixo de ser totalmente sincero contigo. Há uma restrição e um filtro no que eu vou falar para você. Ou se (também por qualquer motivo) eu deixo de acreditar nessa confiança que você deposita em mim, o respeito desce pro primeiro nível. A importância que você tinha em minha vida deixa de existir. É importante ressaltar que o que muda é a PERCEPÇÃO de uma das pessoas do relacionamento. O outro lado pode permanecer no mesmo sentimento, inclusive sem perceber essa alteração.
A lealdade deixa de existir quando um desses alicerces é quebrado, quando essa confiança deixa de existir (matéria prima, lembra?). Se a pessoa quebra o alicerce da sinceridade ou o do respeito cai para o primeiro nível, a lealdade passa a ser fidelidade. Porque eu posso não confiar mais em você, mas ainda há um respeito e você ainda tem uma importância em minha vida, eu ainda acredito na sua confiança em mim depositada; ou eu posso não acreditar mais em sua confiança, mas eu ainda confio em você e a sinceridade existe. A fidelidade é quando não se trai, se um desses alicerces estão firmes, não há motivos para trair. Afinal, se eu sou sincero contigo, eu digo o que me incomoda, antes de cogitar a ideia de traição. E do outro lado, por que eu vou trair uma pessoa que eu respeito? Entende onde quero chegar?
Pensando em tudo isso, e reafirmando o que eu considero como a base para um relacionamento, eu vejo que ser leal é mais relevante do que ser fiel, pois a lealdade implica em um sentimento muito mais forte de confiança bem construída, baseada em sinceridade e respeito. Quantos casamentos desfeitos, amizades perdidas, famílias desfeitas, mortes entre rivais de time de futebol, entre tantas outras coisas, poderiam ser evitadas, se as pessoas passassem a ser mais leais umas com as outras? Agora, já parou pra pensar em quem vale a sua lealdade?

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Talvez, talvez

Olho algumas coisas antigas na minha vida e penso em como meus interesses mudaram.
E isso é bom. Deixei de me interessar por coisas que em nada me acrescentavam.
Mas agora acho que meu desinteresse aumentou de uma tal forma, que não consigo mais me fixar em paixões, aquilo que me motiva à continuar sempre.

Talvez só o Teatro!

Engraçado...desde minha primeira experiência com o teatro, tive uma sensação ótima, de isolamento, como se nada mais importasse enquanto eu estivesse em aula. E foi esse um dos motivos que me fez voltar a fazer teatro: a necessidade de ter, pelo menos por alguns instantes, um isolamento de tudo e todos.
Eu não sei se há em mim um desejo em seguir profissão. Sempre achei isso tão difícil e improvável que talvez tenha mantido em meus sonhos. Não sei, também, se isso mudaria minha forma de ver e me sentir quando estou no teatro. Talvez, talvez. São muitos talvez para poucas certezas.
Os meus "talvez" de ontem também mudaram e isso (também) é bom. Já não tenho mais as mesmas preocupações (ok, isso eu já não sei se é bom, rs), minha mente está variando para vários lugares como se nada mais importasse aqui dentro. Minha mente varia também quando escrevo esse texto: às vezes me perco nos pensamentos e vou escrevendo inconscientemente. Quando vejo, foi. Escrevi. Puff (a parte que digo como minha mente tem variado é um exemplo de frase inconsciente).
Sei lá. Vai saber. Ganho e perco pensamentos numa facilidade que já nem me entendo mais.
Talvez o "lance" seja não pensar tanto. Pensar muito não tem me feito bem. Pensar muito tem me bloqueado para escrever, algo que gosto tanto de fazer. Pensar muito tem me feito refletir demais, escolher demais e volto para em meu questionamento mais forte dos últimos dias: quais escolhas são certas? E, existem escolhas certas?

Acho que vou parar por aqui.
Talvez eu precise de terapia. Uma outra terapia que não o teatro (que tem me auxiliado muito).
Talvez só precise de tempo, pra ver se meus interesses mudam e tudo esclareça. (como em um passe de mágica)

Talvez...talvez...talvez...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Não sei se quero lembrar ou esquecer...

Memória é coisa engraçada.
Tenho várias que gostaria de apagar, mas que insistem em ficar martelando em minha mente. 
Um pouco dentro do contexto de escolha, do post de duas semanas atrás, também falando de lembrança nostálgica.
Existem memórias que gostaria de guardar num potinho e ali deixar, pra poder visitar a hora que eu quisesse, sem muito esforço. Rotulando os momentos felizes.
Pena que nossa mente não é tão simples e insiste em nos trazer aqueles momentos que você gostaria de esquecer, seja qual for seu motivo. É a dor mental, que chega a ser pior que a física. 
Aí me vem a mente o filme "Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças" (citado hoje numa conversa entre amigas). E paro pra pensar por que essas lembranças martelam tanto minha cabeça? O filme demonstra que esquecer não é legal! Pensando assim, lembrar tem que ter algum propósito! 
Ainda, sim, queria poder não pensar em algumas coisas...não esquecer totalmente, mas ter algo a mais para não fazer eu focar naquilo que não quero, que, teoricamente, em nada me acrescenta!

Eu não sei...pensar, lembrar, esquecer, tá tudo tão confuso, que chega a ser assustador. 

Se meus erros (e essas memórias) pudessem ser corrigidos igual se apaga um texto em lápis, seria mais fácil ou difícil levar a vida? 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Haja saudade!

A música tem mesmo poder.
Esses dias estava rolando uma nostalgia musical entre eu e uma amiga- que depois acabou avançando para outras amigas. Nessa onda de ouvir músicas que eram sucesso da minha adolescência, soltei a seguinte frase: o bom de ouvir música antiga, é que ela sempre vem acompanhada de uma saudade.

Até aí, tudo bem.
Mas e quando uma música que você acaba de conhecer, desperta uma sentimento diferente em você? Uma nostalgia, uma saudade, uma sensação estranha de algo que você não viveu. Pelo menos não nessa vida! (rs)
Hoje eu tive essa experiência. Essa sensação ao ouvir uma música aparentemente inédita pra mim (ou talvez já tenha a ouvido em algum momento esquecido). O fato é que aconteceu. Aconteceu e me trouxe uma vontade ainda não descoberta e um sentimento bem escondido. Talvez próximo ao reprimido.
É uma nova descoberta: musical e de sentimento.
Mais uma saudade acumulada pra quando eu voltar a ouvir essa música, talvez em um futuro bem próximo.
Porque você pode evitar a música por anos, basta ouví-la para o sentimento, a sensação, a saudade bater com toda força na porta, dizendo "não adianta tentar me esquecer, eu sempre estarei aqui, pertinho de você".

Que coisa louca. A música tem mesmo poder.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Efeito Borboleta

Se tem uma coisa que eu sempre tive consciência de ter medo, é do amanhã. Do incerto. Aquela coisa que você não pode prever se vai funcionar, que só tem que aguardar e contar com a sorte.
Hoje esse medo tem feito mais sentido (pior sentido), por não saber o que me aguarda à frente.
Será que vai dar certo? O que mais preciso fazer para melhorar?
Todos os meus movimentos estão sendo calculados (#chapolinfeelings) para que não haja mais dúvidas. Mas não há como não ter dúvidas do desconhecido. É tudo novo, tudo aprendizado. É tudo como uma folha em branco que precisa ser preenchida, sem a oportunidade de se apagar sequer uma linha. É como o nosso dia-a-dia, que precisa ser moldado, precisa ser preenchido e escrito, sendo que dele depende como chegaremos ao final.
São as nossas escolhas de hoje que moldam nosso futuro e nosso passado é quem nos molda para as escolhas do hoje (sim, eu acredito nisso)!
Muito do que passei e senti e vivi, me influenciaram para que eu tomasse a decisão que tomei há alguns meses atrás. Não me arrependo. Talvez só tenha demorado tempo demais para tomá-la. Mas jamais diria que foi uma decisão incerta. Tempo incerto, talvez. Mas, quem saberá?
O passado não realizado também é incerto. A decisão que poderia ter te levado para outro caminho, nunca acontecerá e nunca poderá ser afirmada qual das duas foi a melhor. Se é que existe uma decisão melhor. Você só tem a certeza que precisa tomar uma decisão, é sempre confuso, é sempre um problema, mas, por mais que a decisão te leve para um bom caminho, você jamais saberá se não haveria um caminho melhor a ser traçado. Aquela dúvida entre o bom e o ótimo. O ruim e o bom. O possível e o impossível. Essas coisas que deveriam ter mais lógica e diferenças e que parecem estar tão ligadas e próximas em conceito.
Talvez conceito seja algo feito por nós, humanos, para justificar nossas decisões. Também não é algo que saberemos que está correto, porque o que se cria, vem da nossa mente, não vem de uma ideia pré estabelecida, e vem aquele questionamento: o que é certo pra mim, é certo pra você? A matemática explica que 2 + 2 são 4 porque sabemos que 2 significa DOIS e 4 significa QUATRO. Se 5 fosse QUATRO, 2 + 2, então, seria 5. Sabe??

São os meus conceitos que geram a minha vida. Minhas escolhas que rumam meus caminhos. Meus medos que me desafiam.
Ainda bem que sou humana, pra considerar o meus equívocos...

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Argumento Ineficaz

Ah, como eu amo recordar música. E o melhor são aquelas que surgem do nada na sua mente e trazem aquelas emoções boas e sensações melhores ainda. De algum momento vivido ou de uma época que essa música costumava ser trilha de sua vida.
Hoje, quando estava procurando alguma música para tocar, eis que me deparo com a música citada como título do post: "Argumento Ineficaz", da cantora Isabella Taviani.
Não sei por que, na verdade, estou ouvindo essa música há alguns minutos (sim, eu tenho esse problema com música boa). Digo que não sei, por não ter nenhuma ligação com algum momento em que eu tenha vivido...e isso é algo que acontece muito comigo e com música. Sempre acho que tem uma trilha para um momento.
Essa não. Ela só me traz lembranças por si só. Pela letra, pela melodia, talvez por só ter ouvido ela até hoje na versão voz e violão, algo que eu gosto muito. Não é algo que eu possa dizer "eu já vivi isso". Mas música é algo muito inexplicável, em como ela te afeta, em como você se manifesta à ela. Ouço "Argumento Ineficaz" e me dá um aperto no peito, como se EU tivesse vivido tudo que foi dito em cada verso.
Não sei...talvez isso seja por causa do fato de eu estar me sentindo muito emotiva esses últimos dias. Ou talvez seja a vontade de retornar para a época que eu descobri esse DVD, que me tornei admiradora do trabalho da Taviani (a culpa foi desse trabalho).
Ou talvez seja só a saudade e a nostalgia em recordar uma música.
Só mesmo pela música.




sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Não é bem assim...



Esses tempos em casa (ok, só duas semanas, mas confesso que estou em surto por estar tanto tempo sem ter o que fazer...rs) têm me feito pensar muito em algumas coisas que tenho visto por aí. Bem que dizem: “mente vazia, oficina do diabo”. Não que eu esteja me perdendo em alguma coisa. Vejo mais as pessoas se perdendo, na verdade.
E eu? Bom...eu estou há algum tempo procurando respostas, tentando entender coisas que não têm muita lógica para mim. Coisas que me fazem ter uma ponta de esperança, também.  
Tenho ouvido muito “relaxa”, “tudo tem sua hora”, mas confesso que tenho perdido meus pensamentos em tantas “não possibilidades”, ou “quase possibilidades”, que surgiram durante um curto período de tempo. Que não tem me remetido à muita coisa.
Não. Não está fácil manter o pensamento de que está tudo bem. Mas também não vou ficar me martirizando, nem torturando ou pensando só nos problemas, em vez de correr atrás de soluções. Há algum tempo já descobri que isso nunca resolveu nada em minha vida e só me prejudicou em algumas formas que não vem ao caso.
Não. Não é que eu esteja fingindo que está tudo bem. Só não está tão bem quanto eu gostaria que estivesse (no momento). Até mesmo coisas que antes me mantinham mais alerta, disposta e animada, estão se perdendo. Parece que tenho perdido um pouco do foco. Até onde isso é bom ou ruim, eu realmente ainda não sei.
Sim. Eu sei que muitas pessoas irão questionar sobre o que está acontecendo; sei que alguns saberão o que está acontecendo; mas tenho mais certeza que poucos (ou ninguém) poderão compreender o que realmente está acontecendo. Ainda mais considerando que isso é um ponto que nem eu descobri ainda. 

Fique claro: não estou pedindo, não estou cobrando. Só estou comentando. 

Fique mais claro ainda: não me cobre por algo que não lhe devo, não me questione por algo que não quero falar, nem questione o fato de eu, simplesmente, querer estar aqui falando ao “nada”, com vontade de contar uma coisa que achei que poderia ser interessante. Que seja para mim, para você ou para uma terceira pessoa que não conhecemos. 

Lembre-se, sempre: texto em primeira pessoa, não quer sempre dizer que é pessoal. Mas, sim, na maioria das vezes, é.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Que seja em breve!

Não vou ficar dando murro em ponta de faca, nem questionando o que é certo ou errado. Nem se há certo ou errado. Não se fala mais em momentos, não se espera mais de incertezas. Já nem do que é certo eu tenho esperado, que dirá do duvidoso.

Então, façamos um combinado: não se fala mais em problemas inacabados, nem em sonhos desmontados. Vamos falar do que está guardado e ainda esperado; pra ficar muito bem acompanhado.

E paremos com a rima.

Vamos juntar uma dose de bons momentos e misturar com aqueles planos que foram deixados de canto, pra ver se desse presente construímos um novo futuro. E que este seja em breve, mas nunca breve. 

E que mudanças nos façam chorar de alegria, para provarmos que não são só as coisas ruins que nos podem arrancar lágrimas.

E para provarmos que sorrir também nos lava a alma...

:)

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Segue-se em memórias.



Algumas coisas a gente não pode ficar pensando muito, não. Ou acaba tendo algum tipo de colapso; ou lapso. Às vezes, lapidado intencionalmente para que nada pareça com nada e te confunda um pouco a cada segundo.

É muita confusão pra pouca mente, sabe? Muita informação desnecessária que acaba se confundindo e fundindo com outras que nem deveriam estar presentes.

Aí você respira, toma um banho e dorme pra tentar relevar tudo que aconteceu no dia anterior. Com a esperança de que algo novo se revele no dia seguinte. Talvez surja uma nova memória – nova por ter sido esquecida – para relembrar coisas que nunca devem ser esquecidas. 

E assim se segue, na esperança que novas memórias (fixas) sejam construídas e bem moldadas
.
Acho que tenho vivido um mundo de memórias que nunca se acaba...se não memórias, histórias...e mais histórias.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Sobre o amor de um tempo

Houve um lugar em que o amor se fez presente. Em um tempo não muito longo, nem distante.
Talvez só um pouco aquém da medida necessária pelo tanto de amor que lá havia.
O lugar estava marcado, as pessoas mais do que preparadas.
De preparadas, foram surpreendidas.
Não foram avisadas que havia mais do que algumas coisas pequenas.
Na verdade, coisa pequena foi o que não teve em momento algum.
Foi tudo muito grande. Um espetáculo a parte que só fez crescer amor. E a vontade de se querer mais e mais.
É por isso que não se cansa. 
Só se basta, o amor. E não há tempo suficiente.
Não se faz indiferente. 
Deixa no replay, que o melhor continuará por vir!

*texto inspirado no que senti durante o show de estreia da turnê "Sobre amor e o tempo", da cantora Luiza Possi. 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Nunca

Há muito tempo eu falo que "nunca é tempo demais". 
Não gosto de pensar que alguma coisa (boa, preferencialmente), pode não se repetir.
Também não gosto de pensar que pessoas não possam ser revistas, para recordações de momentos e realização de outros.
Nunca é tempo demais...
É tanto tempo que a gente não menciona. Aí já se pensa em eternidade. Nunca é pra sempre. Costuma ser pra sempre. A ideia é que seja. 
Por isso eu acho que nunca é tempo demais.
Não consigo pensar no eterno. Parece vago, por ser utópico. Impossível(?).
Eterno soa como o fim. Como se só fosse possível quando deixarmos de existir. Algo que não se tem certeza, mas se tem esperança. 
Pois minha esperança é que o "nunca", não seja nunca aplicável.
Com tudo e para todos. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

É pra ser só uma simples postagem

Meu cérebro tem trabalhado num ritmo tão frenético e eu estou querendo fazer tanta coisa ao mesmo tempo, que não tenho conseguido sucesso em nada.
Parece que não tenho acompanhado meu próprio raciocínio, minhas próprias vontades estão sendo reprimidas ou esquecidas ou modificadas ou aperfeiçoadas ou...sei lá.
E o pior é que eu nem posso me queixar de "falta de tempo", porque não é culpa do tempo ou da falta dele, é uma indisposição que vem sabe-se Deus da onde e vai embora. E volta. E vai. E volta.

É pra isso ser só uma simples postagem. 
Não é desabafo, não é reclamação. É uma nova forma de tentar entender porque não tenho conseguido me organizar, porque não consigo assimilar minhas ideias, colocá-las no papel e, simplesmente, desenvolvê-las. Se já está tudo AQUI, tudo esquematizado e preparado mentalmente, qual o problema de conseguir executar?

Ah, você que me lê, se souber identificar, se puder me ajudar, gentileza entrar em contato, pois já não aguento mais de tanto esperar...


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

BBBzeando

Resolvi postar esse texto, mesmo ele não sendo muito relacionado com a temática do blog! 
Mas teve uma boa aceitação entre amigos, então achei válido "arriscar"!
Obs.: o texto foi postado no meu Facebook dia 15/01/2014, um dia depois da estreia do programa! 



Foi ontem. Ontem estreiou (ou seria reestreiou?) a 14ª edição do programa Big Brother Brasil (BBB).
Mas, não. Não é sobre essa extraordinária estreia que vim falar hoje.
Venho falar da repercussão toda que esse programa gera nas redes sociais (em especial, as minhas) em seu período de transmissão.
Já faz alguns anos que não assisto ao BBB. Nem me recordo quando foi a última edição, mas eu assistia. Dizer que não gostava, era mentira. Eu gostava, sim.
Da mesma forma, acho que muitas das pessoas que tanto criticam, nunca viram. Pois digo para não verem, mesmo, pois a possibilidade de você não querer parar de assistir é grande.
Acredito que deve existir uma explicação psicológica para tal fato. 
Agora, o que eu realmente acho engraçado é a guerra de ofensas que se espalha pelo Facebook, Twitter e afins. 
É quem não assiste insultando quem assiste e vice-versa. 
O que falta é um pouco de respeito mútuo, sabe?
Se a pessoa que não assiste, simplesmente, respeitasse quem assiste e, do mesmo modo, o inverso, a TL de quem prefere ficar "neutro" à qualquer manifestação do programa, seria muito mais agradável!
Porém, basta um mandar uma indireta bem direta que as pessoas já ficam ofendidas.
Hoje eu falo que não assisto e não gosto de BBB muito mais porque enjoei das mesmas coisas de sempre. Mas posso falar com conhecimento de causa: já vi, gostei e passei a "desgostar"!
Hoje eu respeito quem vê, mas me dou ao direito de dizer "não" pra quem quiser comentar sobre comigo. E, também, me permito desligar a TV e, se estiver me incomodando muito, sair das redes sociais.
Porque, infelizmente, já estou certa que não vai ser ofendendo meus amigos que assistem ao programa que ele vai deixar de existir e, muito menos, de ser comentado. 
É a dura realidade. Seja bom ou ruim. Nunca se sabe.
E que fique claro: não falei sobre o que é certo ou errado no programa. 
Estou falando de respeito. E para isso só há uma definição. 

Pra você que não gosta do programa, fica a dica: vá ler um livro, assistir a um filme ou série. 
Quem sabe a linha do "incomodados que se mudem" possa te fazer mudar pra melhor...

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Esperando 2014!

Esse ano eu pretendo passar a virada do ano de verde. 

Por que?
1. Coincidentemente, ganhei uma camisa verde de Natal da minha irmã (ainda sigo a superstição de roupa nova no ano novo, hahahaha)
2. Verde é esperança!

E é o que eu mais desejo: esperança. E esperar.
Espero novas oportunidades, espero mudanças, espero coisas boas, espero saúde, espero alegrias, espero tudo de bom que 2014 possa me (nos) oferecer.

2013 foi um ano incrível pra mim, Ao mesmo tempo que deixou a desejar.
Minhas contradições e insatisfações surgindo e renascendo e indo embora e voltando.

Foi um ano meio confuso. Estava tudo muito bom, mas sempre faltava alguma coisa.
Acho que por isso eu me identifiquei tanto com a música "Logo Eu":
"(...) Falta sal, falta pimenta, falta paixão violenta. Falta cheiro, falta cor, falta morrer de amor! Falta eu gritar, até me falta o ar (...)"
Foi essa a sensação que eu tive ao terminar 2013: falta algo. Falta um pouco de tudo.

Esse "algo" é o que eu mais espero para 2014!
Pra você também. Porque é normal do ser humano não se sentir satisfeito, querer sempre mais. Eu quero muito mais. É normal, mas não é ruim. Isso nos engrandece, faz com que busquemos melhorias e aperfeiçoamentos nas nossas escolhas.

Espero poder ouvir mais músicas antigas em 2014! Aquelas que trazem boas lembranças, porque recordar bons momentos é sempre muito bom!
Também quero novas músicas, novas lembranças, para serem recordadas daqui alguns anos.

Ir em shows, teatros, cinemas...aumentar minha "coleção" de ingressos de espetáculos!

Espero ler mais, rir mais, chorar...menos. Bem menos.

E, apesar de nem tudo ser como pensamos ou queremos, e de algumas pessoas terem o dom de nos enganar, ainda quero esperar mais e acreditar que existem pessoas boas, sim!
Nem todos esperam algo em troca quando oferecem ajuda.
Por isso, espero acreditar mais nas pessoas (mas, confesso que manterei meus olhos abertos para possíveis enganos).

Que eu possa conhecer mais pessoas, que acrescentem algo importante na minha vida.

Espero melhorar meu jeito pra algumas coisas. Ou melhor, espero procurar algo que me ajude a mudar meu jeito para algumas coisas. Passar a ser (ou tentar) uma pessoa melhor. Mais tolerante, amiga, colega. Melhor, mesmo.

Que 2014 possa melhorar o que 2013 já trouxe de bom.

Agora, cá entre nós, eu espero muita coisa, né? Mas, o que eu mais espero, é conseguir não esperar tanto e fazer algumas coisas acontecerem... 

Já passou da hora!

domingo, 8 de dezembro de 2013

Crianças

Vai, criança
Acompanha aquela dança!
Que hoje não importa se sabe
E tudo lhe cabe
Não há cobrança

Boa, criança!
Seja criança, com confiança
Que não há problema.
Não há dilema.
(nem na dança)

Ei, Esperança,
Me empresta essa criança?
Que aqui não mais vive,
Nem mesmo distingue 
Se ainda é criança!

Vai, criança!
Não deixe essa dança.
Que isso não volta!
Tão pouco bate á porta.
Que seja criança,

Enquanto é criança...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O melhor de se ter amigo(s)

A melhor parte de mim, eu vejo em meus amigos.

São eles que me socorrem. Entendem. E se preocupam.

Eles me dão o apoio que preciso, mesmo sem saber.


É quando acho que não aguento mais, que vejo o quanto eles ainda acreditam em mim.

São eles que me fazem esquecer dos problemas

E, ao mesmo tempo, trazem a alegria que preciso.



Vocês não sabem a diferença que fazem.

Quem tá perto ou longe. Quem eu vejo sempre ou nunca.

Quem me entende. Simplesmente, entende.

Quem pode até não me entender, mas sabe (muito bem) como agir.


Aquele que me faz sorrir. Que já me viu rir e chorar.

Amigo pra toda hora que sempre está do meu lado.

Aquele que sempre sabe o que é melhor pra mim.

Até quando EU não sei.


O que pergunta se tá tudo bem, mesmo sabendo que não tá.

E isso não por formalidade, mas por saber que, com ele, serei sincera.

Sincera ao ponto de desabafar e entregar todos os nossos problemas.

E ele não precisa solucioná-los. Na verdade, sabe que não pode.

Mas nem precisa fazer algo (e isso ele também sabe).


Os amigos que sabem a hora de "agir" ao me apoiar,

São os mesmos que sabem o quanto podem contar comigo.

A minha amizade e fidelidade à eles é única.

Mesmo que eu pareça distante e pareça não importar.

Dou uma importância que não se mede (isso é apenas o meu jeito).


Amigos irmãos, amigos família, amigos parceiros, amigos de vários tipos.

Sempre presentes em minha vida.


À todos vocês, um #felizdiadoamigo! :)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Que seja inteiro.

É naquele sorriso que me perco.
É em sua boca que me derreto.
Já que é pra lembrar, que seja inteiro.
Pois em teus olhos me conservo,
Sem receio.

Não há pedaço que me complete, estou vazia de afeto.
Mas em suas mãos estou segura, feliz em ter-te por perto.

Hoje nem quero te ver.
Amanhã, sei lá, vou enlouquecer.
Às vezes, até gosto de sofrer.

Vou me dedicar ao teu corpo,
Teus gestos mais singelos.
Meu desejo, teu nome grita,
Querendo o mais profundo
Elo.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Estrofe pessoal

Minha alma transborda ritmos variados.
De melodias consagradas à esquecidas.
Soa como uma mistura de sons diferentes,
Que marcam e ficam na mente.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Dois

1. Essa música (especialmente essa versão) não sai da minha cabeça há dias.
2. A letra tem se mostrado muito significativa para mim nesses últimos tempos (praticamente, o mesmo tempo que ela não sai da minha cabeça)


domingo, 8 de maio de 2011

Minha mãe é a melhor mãe do mundo.

A minha é. Se é!
E não discordem quando digo.
Aposto que a sua também é.
Afinal, mãe a gente só tem uma.

Mãe, obrigada. Por tudo.
Por quem sou, quem fui e quem ainda pretendo ser.
Pelos sacrifícios feitos e pelas alegrias concedidas.

Pelas vezes ditas: "Eu avisei"
Você sempre avisa. Você sempre está certa.
Mas a gente tem o costume de quebrar a cara.

Aliás, obrigada por me deixar quebrar a cara, também.
Tenho certeza que você sabia o quanto eu ia crescer com isso.
E eu realmente cresci.
E continuo crescendo.
E não vou esquecer disso nunca.

E minha mãe não é especial por ser minha mãe.
Ela é especial por ser mãe.
Por me aturar. Por me ajudar.
Por tudo e mais um pouco.

Mãe, te amo muito.
Essa é minha singela homenagem a você e a todas as mães.
Mães essas, que sempre serão as melhores mães do mundo.