quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Conceitos
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Talvez, talvez
E isso é bom. Deixei de me interessar por coisas que em nada me acrescentavam.
Mas agora acho que meu desinteresse aumentou de uma tal forma, que não consigo mais me fixar em paixões, aquilo que me motiva à continuar sempre.
Talvez só o Teatro!
Engraçado...desde minha primeira experiência com o teatro, tive uma sensação ótima, de isolamento, como se nada mais importasse enquanto eu estivesse em aula. E foi esse um dos motivos que me fez voltar a fazer teatro: a necessidade de ter, pelo menos por alguns instantes, um isolamento de tudo e todos.
Eu não sei se há em mim um desejo em seguir profissão. Sempre achei isso tão difícil e improvável que talvez tenha mantido em meus sonhos. Não sei, também, se isso mudaria minha forma de ver e me sentir quando estou no teatro. Talvez, talvez. São muitos talvez para poucas certezas.
Os meus "talvez" de ontem também mudaram e isso (também) é bom. Já não tenho mais as mesmas preocupações (ok, isso eu já não sei se é bom, rs), minha mente está variando para vários lugares como se nada mais importasse aqui dentro. Minha mente varia também quando escrevo esse texto: às vezes me perco nos pensamentos e vou escrevendo inconscientemente. Quando vejo, foi. Escrevi. Puff (a parte que digo como minha mente tem variado é um exemplo de frase inconsciente).
Sei lá. Vai saber. Ganho e perco pensamentos numa facilidade que já nem me entendo mais.
Talvez o "lance" seja não pensar tanto. Pensar muito não tem me feito bem. Pensar muito tem me bloqueado para escrever, algo que gosto tanto de fazer. Pensar muito tem me feito refletir demais, escolher demais e volto para em meu questionamento mais forte dos últimos dias: quais escolhas são certas? E, existem escolhas certas?
Acho que vou parar por aqui.
Talvez eu precise de terapia. Uma outra terapia que não o teatro (que tem me auxiliado muito).
Talvez só precise de tempo, pra ver se meus interesses mudam e tudo esclareça. (como em um passe de mágica)
Talvez...talvez...talvez...
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Não sei se quero lembrar ou esquecer...
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Haja saudade!
Esses dias estava rolando uma nostalgia musical entre eu e uma amiga- que depois acabou avançando para outras amigas. Nessa onda de ouvir músicas que eram sucesso da minha adolescência, soltei a seguinte frase: o bom de ouvir música antiga, é que ela sempre vem acompanhada de uma saudade.
Até aí, tudo bem.
Mas e quando uma música que você acaba de conhecer, desperta uma sentimento diferente em você? Uma nostalgia, uma saudade, uma sensação estranha de algo que você não viveu. Pelo menos não nessa vida! (rs)
Hoje eu tive essa experiência. Essa sensação ao ouvir uma música aparentemente inédita pra mim (ou talvez já tenha a ouvido em algum momento esquecido). O fato é que aconteceu. Aconteceu e me trouxe uma vontade ainda não descoberta e um sentimento bem escondido. Talvez próximo ao reprimido.
É uma nova descoberta: musical e de sentimento.
Mais uma saudade acumulada pra quando eu voltar a ouvir essa música, talvez em um futuro bem próximo.
Porque você pode evitar a música por anos, basta ouví-la para o sentimento, a sensação, a saudade bater com toda força na porta, dizendo "não adianta tentar me esquecer, eu sempre estarei aqui, pertinho de você".
Que coisa louca. A música tem mesmo poder.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Efeito Borboleta
Hoje esse medo tem feito mais sentido (pior sentido), por não saber o que me aguarda à frente.
Será que vai dar certo? O que mais preciso fazer para melhorar?
Todos os meus movimentos estão sendo calculados (#chapolinfeelings) para que não haja mais dúvidas. Mas não há como não ter dúvidas do desconhecido. É tudo novo, tudo aprendizado. É tudo como uma folha em branco que precisa ser preenchida, sem a oportunidade de se apagar sequer uma linha. É como o nosso dia-a-dia, que precisa ser moldado, precisa ser preenchido e escrito, sendo que dele depende como chegaremos ao final.
São as nossas escolhas de hoje que moldam nosso futuro e nosso passado é quem nos molda para as escolhas do hoje (sim, eu acredito nisso)!
Muito do que passei e senti e vivi, me influenciaram para que eu tomasse a decisão que tomei há alguns meses atrás. Não me arrependo. Talvez só tenha demorado tempo demais para tomá-la. Mas jamais diria que foi uma decisão incerta. Tempo incerto, talvez. Mas, quem saberá?
O passado não realizado também é incerto. A decisão que poderia ter te levado para outro caminho, nunca acontecerá e nunca poderá ser afirmada qual das duas foi a melhor. Se é que existe uma decisão melhor. Você só tem a certeza que precisa tomar uma decisão, é sempre confuso, é sempre um problema, mas, por mais que a decisão te leve para um bom caminho, você jamais saberá se não haveria um caminho melhor a ser traçado. Aquela dúvida entre o bom e o ótimo. O ruim e o bom. O possível e o impossível. Essas coisas que deveriam ter mais lógica e diferenças e que parecem estar tão ligadas e próximas em conceito.
Talvez conceito seja algo feito por nós, humanos, para justificar nossas decisões. Também não é algo que saberemos que está correto, porque o que se cria, vem da nossa mente, não vem de uma ideia pré estabelecida, e vem aquele questionamento: o que é certo pra mim, é certo pra você? A matemática explica que 2 + 2 são 4 porque sabemos que 2 significa DOIS e 4 significa QUATRO. Se 5 fosse QUATRO, 2 + 2, então, seria 5. Sabe??
São os meus conceitos que geram a minha vida. Minhas escolhas que rumam meus caminhos. Meus medos que me desafiam.
Ainda bem que sou humana, pra considerar o meus equívocos...
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Argumento Ineficaz
Hoje, quando estava procurando alguma música para tocar, eis que me deparo com a música citada como título do post: "Argumento Ineficaz", da cantora Isabella Taviani.
Não sei por que, na verdade, estou ouvindo essa música há alguns minutos (sim, eu tenho esse problema com música boa). Digo que não sei, por não ter nenhuma ligação com algum momento em que eu tenha vivido...e isso é algo que acontece muito comigo e com música. Sempre acho que tem uma trilha para um momento.
Essa não. Ela só me traz lembranças por si só. Pela letra, pela melodia, talvez por só ter ouvido ela até hoje na versão voz e violão, algo que eu gosto muito. Não é algo que eu possa dizer "eu já vivi isso". Mas música é algo muito inexplicável, em como ela te afeta, em como você se manifesta à ela. Ouço "Argumento Ineficaz" e me dá um aperto no peito, como se EU tivesse vivido tudo que foi dito em cada verso.
Não sei...talvez isso seja por causa do fato de eu estar me sentindo muito emotiva esses últimos dias. Ou talvez seja a vontade de retornar para a época que eu descobri esse DVD, que me tornei admiradora do trabalho da Taviani (a culpa foi desse trabalho).
Ou talvez seja só a saudade e a nostalgia em recordar uma música.
Só mesmo pela música.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Não é bem assim...
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Que seja em breve!
Então, façamos um combinado: não se fala mais em problemas inacabados, nem em sonhos desmontados. Vamos falar do que está guardado e ainda esperado; pra ficar muito bem acompanhado.
E paremos com a rima.
Vamos juntar uma dose de bons momentos e misturar com aqueles planos que foram deixados de canto, pra ver se desse presente construímos um novo futuro. E que este seja em breve, mas nunca breve.
E que mudanças nos façam chorar de alegria, para provarmos que não são só as coisas ruins que nos podem arrancar lágrimas.
E para provarmos que sorrir também nos lava a alma...
:)
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Segue-se em memórias.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Sobre o amor de um tempo
segunda-feira, 10 de março de 2014
Nunca
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
É pra ser só uma simples postagem
Parece que não tenho acompanhado meu próprio raciocínio, minhas próprias vontades estão sendo reprimidas ou esquecidas ou modificadas ou aperfeiçoadas ou...sei lá.
E o pior é que eu nem posso me queixar de "falta de tempo", porque não é culpa do tempo ou da falta dele, é uma indisposição que vem sabe-se Deus da onde e vai embora. E volta. E vai. E volta.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
BBBzeando
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Esperando 2014!
domingo, 8 de dezembro de 2013
Crianças
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O melhor de se ter amigo(s)
A melhor parte de mim, eu vejo em meus amigos.
São eles que me socorrem. Entendem. E se preocupam.
Eles me dão o apoio que preciso, mesmo sem saber.
É quando acho que não aguento mais, que vejo o quanto eles ainda acreditam em mim.
São eles que me fazem esquecer dos problemas
E, ao mesmo tempo, trazem a alegria que preciso.
Vocês não sabem a diferença que fazem.
Quem tá perto ou longe. Quem eu vejo sempre ou nunca.
Quem me entende. Simplesmente, entende.
Quem pode até não me entender, mas sabe (muito bem) como agir.
Aquele que me faz sorrir. Que já me viu rir e chorar.
Amigo pra toda hora que sempre está do meu lado.
Aquele que sempre sabe o que é melhor pra mim.
Até quando EU não sei.
O que pergunta se tá tudo bem, mesmo sabendo que não tá.
E isso não por formalidade, mas por saber que, com ele, serei sincera.
Sincera ao ponto de desabafar e entregar todos os nossos problemas.
E ele não precisa solucioná-los. Na verdade, sabe que não pode.
Mas nem precisa fazer algo (e isso ele também sabe).
Os amigos que sabem a hora de "agir" ao me apoiar,
São os mesmos que sabem o quanto podem contar comigo.
A minha amizade e fidelidade à eles é única.
Mesmo que eu pareça distante e pareça não importar.
Dou uma importância que não se mede (isso é apenas o meu jeito).
Amigos irmãos, amigos família, amigos parceiros, amigos de vários tipos.
Sempre presentes em minha vida.
À todos vocês, um #felizdiadoamigo! :)

